O secretário de Trânsito de Rio Preto, Aparecido Capello, renovou por mais um ano o contrato com a NDC Tecnologia e Informática para o operação de 44 radares, instalados em ruas, avenidas e viadutos da cidade. A Secretaria de Trânsito vai pagar R$ 1,1 milhão à empresa. Além da operação dos equipamentos de fiscalização eletrônica, o contrato prevê ainda a emissão e controle das multas de trânsito contra os motoristas infratores.
No ano passado, a NDC foi contratada para operar 39 radares. Naquela ocasião, o contrato era de aproximadamente R$ 966 mil. Mas Capello decidiu expandir o sistema de radares de Rio Preto com a instalação de cinco novos equipamentos. Com isso, o valor do contrato saltou para os atuais R$ 1,1 milhão. “Os novos equipamentos ainda não estão funcionando, mas já foram instalados e serão testados”, afirmou o secretário, ontem.
São três radares de velocidade, um de radar semafórico e uma lombada eletrônica. De acordo com o secretário, os novos radares de velocidade serão instalados na avenida Cenobelino de Barros Serra – nos dois sentidos -, entre as ruas Silva Jardim e Rubião Júnior, no cruzamento da avenida Bady Bassitt com a rua Prudente de Moraes e no cruzamento da avenida Fortunato Ernesto Vetorasso com a rua Monte Aprazível.
Já o radar semafórico será instalado na avenida Lino José Seixas – Parque da Represa -, em frente à Secretaria do Meio Ambiente. A lombada eletrônica será instalada na avenida Anísio Haddad, nas proximidades do prédio do hospital Nossa Senhora da Paz, antes da rotatória do shopping. Técnicos da Secretaria de Trânsito avaliaram o fluxo e a velocidade de veículos para definir os novos pontos de radares.
De acordo com os estudos, há necessidade de intensificar a fiscalização eletrônica nos cindo pontos. Na área da Represa Municipal (avenida Lino Seixas), por exemplo, os motoristas não respeitam o sinal vermelho dos semáforos. Além dos novos pontos de fiscalização, Capello disse ainda que a lombada eletrônica do viaduto Jordão Reis será substituída por um “pórtico”, com três equipamentos de radares.
Atualmente, a lombada eletrônica só consegue monitorar duas faixas das três que existem no viaduto. Com a instalação do pórtico, todas as faixas passarão a ser monitoradas. O contrato que a Secretaria de Trânsito mantém com a NDC é pago com o dinheiro arrecado das multas. A empresa recebe aproximadamente R$ 98 mil por mês.
Audiência
O secretário de Trânsito e técnicos da pasta se reúnem com representantes da Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) na quinta-feira que vem, dia 15, para debater a execução de obras na alça de acesso da rodovia Washington Luís (SP-310) para a avenida Alberto Andaló, que deverão acabar com os congestionamentos de veículos que se formam no local, diariamente, nos horários de pico – início da manhã e final de tarde.
Obra implantará 3ª faixa
O secretário de Trânsito, Aparecido Capello, afirmou que assinará hoje a ordem de serviço para obra de intervenção viária nas rotatórias das avenidas Bady Bassitt e Juscelino Kubitschek, na região do viaduto da rodovia Washington Luís (SP-310).
O projeto da secretaria prevê um “recorte” nas duas rotatórias, com a redução do tamanho do canteiro central. Com isso, a obra vai promover um alargamento da avenida Juscelino Kubitschek no trecho em que ela passa a ser denominada Bady Bassitt. Nesse trecho a avenida Juscelino tem três faixas de rodagem, mas nas proximidades da rotatória uma das faixas desaparece.
Com a redução do canteiro central será possível manter a terceira faixa nesse trecho. “A mesma intervenção será feita no sentido contrário da avenida, quando a Baby Bassitt passa a ser chamada de Juscelino”, afirmou Capello. De acordo com o secretário, a execução da obra vai consumir R$ 167 mil dos cofres da Secretaria de Trânsito. Apesar da ordem de serviço já ter sido assinada, a obra deverá ter início na próxima semana.
As rotatórias das avenidas Bady Bassitt e Juscelino Kubitschek, na região do viaduto da rodovia Washington Luís, aparecem como pontos de congestionamento em estudo da secretaria, que mapeou as áreas críticas do trânsito de Rio Preto. No total a cidade tem, pelo menos, 35 pontos de congestionamentos.
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